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 Lembrar e Relembrar, Contar e Recontar, Construir e Reconstruir... Histórias – Um caminho para a construção da Identidade de Um Brasil em que a Cidadania seja a Palavra Mais Forte.

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 18h37
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Uma lição

 

Em passos firmes, passos fortes;

Vamos fazendo nosso papel.

Nunca se valha apenas da sorte,

Para que a vida seja menos fel.

 

Olhe nos olhos dos outros

E aprenda a ser solidário.

Quando menos esperamos;

Alguém pode ser seu Rosário.

 

 

Sempre haverá novo tempo;

Enquanto acreditarmos.

Sempre haverá novo tempo;

Enquanto nós sonharmos.

 

 

Entendendo nossa história

Como aquela que se faz

Com o que existe na memória

De um povo que é vivaz.

 

Há sempre uma lição

Que jamais foi ensinada;

E esta permanece no coração

Onde boa semente foi germinada.

 

 

Escrita em um ônibus em algum dia da primeira década do século XXI

Vidal Bezerra da Silva.

Digitada em 21 de janeiro de 2011.



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 20h34
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Renove as esperanças

 

Na aurora de um novo tempo,

O horizonte é nossa estrada,

O sol fortalece o nascimento,

Revigora a vida em cada jornada.

 

Renove as esperanças

E acredite que é possível;

Todos nós somos capazes

De tornar a Terra incrível

 

Conviva, respeite as diferenças;

Invista a sua importante parte.

Transforme desconfianças;

Melhorar o mundo é bela arte.

 

É momento de deixar as marcas;

Marcas vivas de sabedoria.

Dê a mão pra todas as raças

Espalhe e Multiplique a harmonia.

 

Vidal Bezerra da Silva

São Paulo, 27 e 28 de dezembro de 2010/ 16:57 - 22:31

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 00h20
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O Natal bate à porta

Querido Amigo, querida Amiga,

 

O Natal bate à porta e, na modernidade,

muita gente só pensa em trocar presentes

e se esquece do maior presente

que poderíamos dar a nós mesmos;

fazer uma faxina em nosso coração

e banir a maior parte da angústia existente.

Esse talvez seja o momento

de começarmos a entender

que é fundamental renovar as esperanças e lutar

para que a vida se transforme para melhor.

 

      Renovar

Sempre é tempo de renovar,

a paz que vem com Jesus criança.

Sempre é tempo de renovar,

pra um mundo melhor: há a esperança

 

Jesus criança, a energia, nos traz

//: e irradia em nossa vocação

a força pra vivermos eternal luz da paz.://

 

Jesus criança, ensina então:

//: sempre é tempo de estender a mão 

de ser fraterno; eis a nossa missão.://

(Letra e Música: Vidal Bezerra da SILVA)

 

Vidal, Eliana e Caio

 

Aproveito a oportunidade de convidá-lo para participara da celebração da vigília do Natal em Nossa Paróquia que no dia terá a contribuição de Caio Astone Silva executando violino. – DIA: 24 de dezembro de 2010 – às 19:30horas.

Paróquia São José do Mandaqui – Rua Voluntários da Pátria, 4840 – Mandaqui – São Paulo – SP.

 

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 07h36
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Nesta festa que hoje encerra

Reunidos estamos a festejar

O desejo que é uma causa nobre

Dos que aqui estão a trabalhar...

 

O educar às nossas crianças

Para na dança da vida traçar

O melhor compasso de música

Que unidos, podemos aprender a entoar.

 

São partilhas de vidas diversas

Que aqui se fazem depositar

E, em um hino de liberdade

São Francisco vai falar:

 

- Dê o pão a quem tem fome

E o peixe também não pode faltar;

Mas não se esqueça meu irmão,

Que o importante é ensinar a pescar.

 

- Trabalhar por um mundo justo;

Eis uma de nossas missões.

Ensinar a quem pouco pode

Faz transformar multidões.

 

São Francisco, São Francisco;

Temos muito que aprender

Pois as simples coisas na vida

Nos fazem fortalecer.

 

Uma ação que transforma

Toca a vida e o coração

É uma turba avassaladora

Que nos transborda de emoção.

 

Transformar sempre; é preciso,

No sangue das veias, na vida...

E, um simples facho de luz

Conduz a uma constante mutação

Em nossa história; um recado,

Uma preciosa canção

Pra que fique na vida, na alma

A mais valiosa lição;

 

Q`A humilde de São Francisco

Envolva profundamente a nossa missão

E então,quem sabe, aprendamos um pouco

Sobre o nobre GESTO de EducAção.

 

 

São Paulo, 2 de outubro de 2010 – Vidal Bezerra da Silva -10:56

 

Texto Elaborado especialmente para os 25 Anos da Escola Waldorf Francisco de Assis

Av. Basileia, 149 - Lauzane Paulista - São Paulo - SP - Brasil

Visite o SÍTIO DE NOSSA ESCOLA

 

 

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 23h48
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Que a Fé não Morra

Muitas vezes na vida nós construímos monstros. Quando se tem a barriga vazia o monstro da fome não nos faz pensar. Quando moramos em cortiços, favelas e porões cheios de ratos e baratas...

Muitos monstros nos vêm oferecer comida que acaba rápido, pois os ratos e as baratas partilham do mesmo prato. Precisamos de uma ajuda rápida para não continuarmos nesse ciclo.

O “prócimo paço” é acabar com a ignorância da “iguinurança que estravanca.” Escola e Educação de qualidade não vão mudar um país de repente, mas será e deve ser o próximo e árduo passo.

Reclamar não adianta... Você reclama diante do PC, do Note, do Net, da TV, do Jornal ou da Revista... O povo, que é “inginurante”, tem todo tipo de fome e vota em qualquer um.

Vamos Banir os “SARNAEIS da Política – ELES ESTÃO EM TODOS OS PARTIDOS.

O povo pensa:

É melhor votar em quem distribuiu renda,

Mas é preciso acordá-lo

Para não viver de merenda...

Entretanto, porém, contudo, todavia....

O TRABALHO DIGNO já diz: Dignifica e Edifica o Ser Humano; Não às Migalhas da morte da dependência escravocrata de salários de fome.

Nosso dever:

Cobrar uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Deve ter sua, A NOSSA participAÇÃO

E responsABILIDADE...

Todavia, isso acabará com a sua, com A NOSSA comodidade.

Para que a fé não morra – temos que agir... Levante a Bunda da Cadeira, coloque o dedo na ferida, e não deixe que os ratos e as baratas comam seu confortável corpo enquanto você repete a reclamação dos outros – sobre outros que outros fazem de errado.

Você está parado... Cuidado... sua comodidade, por bem ou por mal poderá acabar.

PARA QUE A FÉ NÃO MORRA é preciso muito, ainda, trabalhar.

VOTE CONSCIENTE. Não Basta ter FICHA LIMPA – Tem que ter proposta para o Brasil e para os Brasileiros.

FORA os ARENAsPDSsMDBsPSDBsETc...: os primeiros malditos a cultivar os “SarnaeisRatulisBaratidis” – viraram “ratazonasBaratidispropinillis” e não podem controlar.

Depois,... Baniremos os outros...

O câncer do Brasil e dos Brasileiros na política e na vida do povo ainda não foi extirpado, portanto... CUIDADO! O seu remédio pode não ser o indicado, TODAVIA;

VOTE CONSCIENTE. Não Basta ter FICHA LIMPA – Tem que ter proposta para o Brasil e para os Brasileiros.

 

http://www.fichalimpa.org.br/

http://congressoemfoco.uol.com.br/

http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/resultado.jhtm?p=&ano-eleicao=2010#resultado

 

 

 

 

Vidal Bezerra da SILVA

É professor da rede Estadual desde 1987; leciona para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.

Ministra aulas particulares de língua inglesa para adultos.

É músico e desenvolve um trabalho de “contação de histórias” com poesias e músicas.

Autodidata em conhecimentos diversificados relacionados à informática.

Colabora na construção, na editoração, na criação visual e é Vice-Diretor da Revista Eletrônica – “Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa” http://www.acoalfaplp.net/

Colabora com a Escola Waldorf Francisco de Assis – Associação Humanista Francisco de Assis http://www.escolafranciscodeassis.com.br/

– E-mails: vidal.bs@uol.com.br e vidalsitios@uol.com.br



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 19h00
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– Quase uma crônica –

Um Reino Chamado Felicidade

Por: V. B. Silva[i]

Prólogo

Quase toda a história infantil começa com a expressão era uma vez, mas seria muito bom se as histórias fossem contadas com fatos reais e não os imaginários os de nossas aspirações e eternas ficções.

Nós, seres viventes e quase pensantes desse minúsculo planeta nossa pequena nave espacial, quiçá perdido no espaço, pensamos que pensamos e, muitas vezes; não pesamos nos fatos e nas nossas próprias atitudes; mas, nas atitudes dos outros.

Com certeza, essa história já fora contada de outra forma. Todavia, é possível ter a liberdade de contar, recontar, promover, dissolver, subverter,...

Sendo assim, criamos metáforas para entender a realidade e muitas vezes fugirmos dela... E sempre é bom pensarmos que “O que conduz o mundo é o espírito e não a inteligência.” (A. Saint-Exupéry)



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 21h21
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Primeira parte

Em certo reino muito distante a felicidade estava implantada. Todos viviam felizes com as atitudes do Rei. As pessoas sorriam e irradiavam alegria todos os dias e a todo o momento viviam a cantarolar e a dançar. O rei e seus fieis conselheiros, sempre saltitantes esbanjavam e espalhavam atitudes e atos de justiça em todos os sentidos.

Passaram-se muitos anos e o reino, que tinha um líder justo, viu este transformar-se em um déspota, devido uma doença inexplicável. A tirania fora inserida radicalmente; a felicidade fora banida, o sorriso transformou-se em choro contínuo e a injustiça era constante; a tristeza pairava no ar.

O povo daquele lugar esperava que um novo líder surgisse e pudesse reverter a situação em que o reino se encontrava. Uma Revolução aconteceu e os líderes; isso mesmo, os líderes, após assumirem o poder, acharam por bem que o nome Reino da Felicidade deveria ser modificado para Terra da Felicidade e que a partir daquele momento não haveria mais um único líder, todos os que quisessem se revezariam no poder; não ganhariam proventos maiores por isso, haveria eleições diretas e chamariam de democracia tal atitude de todos.

A Terra da Felicidade recuperou o seu talento natural: o de ser feliz e o de ser uma terra justa. O povo se acomodou e o grupo que estava governando o local começou a agir da mesma forma que o rei; todavia, o processo para a mudança ocorreu de uma forma menos dolorosa do que na época do Reinado.

Eleições em que os talentos dos indicados eram os valores mais preciosos a serem divulgados na campanha eleitoral e não o potencial de argumento... argumento não bastava nos debates: os talentos e as habilidades deveriam ser apresentadas nos programas de televisão e nos debates em praça pública... O povo, por sua vez, achou interessante e assistia a tudo o que acontecia de forma que consentia sem questionar; uma vez que, achavam que as coisas estavam bem-conduzidas.

A ordem social fora restabelecida novamente. Porém, o novo grupo, que estava no poder, emanado pelo povo, modificou algumas coisas, pois queriam dinamizar a participação de todos os cidadãos. Várias consultas começaram a ser feitas. Primeiro propuseram a mudança do nome do local para País da Felicidade; os cidadãos participaram e resolveram aceitar. Assim, nas várias ações significativas que o grupo ia tomar as decisões; estas, por sua vez, só eram fundamentadas com a atuação participativa da população.

Então, o tempo passou e o povo achou que já estava cansado daquele caminho até ali percorrido e a participação, até mesmo pela Rede modalidade nova começou a diminuir drasticamente. Só um pequeno grupo atuava e este foi cansando também; O Reino da Felicidade, Terra da Felicidade, País da Felicidade estava por ruir novamente. A acomodação pairou naquele lugar. O grupo que administrava o País da Felicidade começou a agir sem, eventualmente, muito pensar. Dessa forma, a exaustão bateu à porta e a informação parou de circular.

Mais uma vez os cidadãos, que estavam dormindo em confortáveis camas, e/ou redes de veraneio, começou a despertar. A história ia se repetir?... O que fazer?... Como mudar?... Que rumo trilhar?...



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 21h20
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Segunda parte

A participação da sociedade nas ações de quem quer que esteja no poder é fundamental. Sabemos que existem vários tipos de pessoas: cheias de razão; aquelas que querem conquistar as coisas no grito, que aceitam tudo, que tudo rejeitam; aquelas que não sabem e não querem ouvir...

Muitas vezes, o ser humano (mesmo sendo significativo – cada um no seu tempo e em seu tempo) tem a prepotência de achar que pode tudo e não pensa que é poeira cósmica nesse infinito universo.

Não encontraremos respostas que atendam a todos os questionamentos... nos acomodaremos ou criaremos burburinho. As duas atitudes são horríveis e temos que ter o cuidado para que isso não aconteça. É possível que, “o burburinho” seja a pior de todas as coisas.

Precisamos mudar de atitude com ações concretas. E, para isso, a participação responsável e respeitosa é fundamental. Por ventura, mais uma vez, a falta de respeito seja a questão maior. Deveríamos cultivar o respeito e isto, na “Modernidade Líquida” (Z. Bauman) é algo efêmero – infelizmente.



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 21h20
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Quase um epílogo...

Respeito e Responsabilidade Participativa: Esta é a primeira frase da Receita?

“Somos responsáveis por aquilo que cativamos” (A. Saint-Exupéry) e também somos corresponsáveis pela omissão, pela estagnação da ação, somos responsáveis pelas nossas escolhas... e deveríamos encarar os possíveis acertos ou não como uma grande sala de aula para o nosso eterno aprendizado. Por vezes um efeito da “Modernidade Líquida” (Z. Bauman) seja que quase sempre achamos que temos ou que estamos com a razão; mesmo que neguemos em nosso interior – o latente pode ser a negação de uma ou outra forma de falar.

De mãos dadas pode até ser mais fácil de construir um Planeta Terra melhor para se viver; respeitando fraternalmente a diversidade existente em todos os lugares e de todos os seres. Se concebível participemos; construamos reflexões e caminhos possíveis; modifiquemos sempre e reconsideremos nossa forma de pensar. Precisamos sempre aprender a ouvir para tentar agir de maneira sóbria.

É plausível que O País, A Terra ou o Reino da Felicidade não esteja no outro; esteja em nós mesmos e isso, provavelmente, dependa de nossas atitudes concretas diante das manifestações para as quais somos impelidos ao labor.

São Paulo, 30 de julho de 2010

BAUMAN, Zygmunt. (2001). Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

SAINT-EXUPÉRY, Antoine de. O Pequeno Príncipe. <http://www.mayrink.g12.br/pp/Cap00.htm>



[i] Vidal Bezerra da Silva - professor da rede Estadual desde 1987; leciona para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. Ministra aulas particulares de língua inglesa para adultos. É músico e desenvolve um trabalho de “contação de histórias” com poesias e músicas. Autodidata em conhecimentos diversificados relacionados à informática. Colabora na construção, na editoração, na criação visual e é Vice-Diretor da Revista Eletrônica – “Acolhendo a Alfabetização nos Países de Língua Portuguesa” <http://www.acoalfaplp.net>. Colabora com a Escola Waldorf Francisco de Assis – Associação Humanista Francisco de Assis <http://www.escolafranciscodeassis.com.br/> – E-mails: vidal.bs@uol.com.br e vidalsitios@uol.com.br – BLOG: <http://vidalbsilva.zip.net>

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 21h19
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Amigos São Estrelas

 

Amigos são estrelas

que iluminam nosso caminho

nessa longa

e pequena jornada

que é a vida.

 

Por mais ambígua que seja,

quando olhamos para trás;

verificamos que tudo o que fizemos não é nada

e tudo o que queremos não é o tudo

e muito menos o todo...

 

Por mais que toda a tecnologia do século XXI

nos permita encurtar distâncias virtuais,

jamais substituirá o abraço amigo,

o consolo,

o sorriso sincero e franco,

a canção da voz,

a canção da alma,

a canção da vida e para a vida,

a canção para as estrelas;

que nos fazem lembrar,

no fundo da alma:

a importância que os amigos têm...

 

Amigos são estrelas

que deixaram suas marcas em nossas vidas

e hoje se somam às estrelas

que iluminam nosso árduo,

laborioso,

fabuloso,

prodigioso caminhar.

 

Vidal Bezerra da Silva – 14 de julho de 2010.

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 20h06
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Numa constante

 

Cada um nesta vida

tem um sonho diferente

na mente, mente

à vida da gente.

 

Quando acordamos, de repente,

é um repente a se cantar

e o sonho que havia na vida

pode se desmontar.

 

Cair e levantar pode ser uma constante;

mas na matemática de nossa história,

é sempre importante;

menos cair e mais levantar.

 

Acordar de um sonho

é meta importante,

uma metáfora, metonímia, hipérbole galopante

da qual não podemos nos separar.

 

A vida só é realmente transformada

quando no coração e de coração

 vida a todo instante é reformada e aprendemos,

de forma incessante a melhor forma de aprendermos a amar.

 

Cair e levantar pode ser uma constante;

mas na matemática de nossa história,

é sempre importante;

menos cair e mais levantar.

 

E, de repente numa constante intensa

encontremos a melhor fórmula

de viver e de sempre amar.

 

São Paulo, 10 de julho de 2010 – 21h25 –

por: Vidal Bezerra da Silva



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 21h32
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“Im – per – fei – ta’

 

O mistério envolve a humanidade

É maior que a imaginação do “Sábio” ...

A sabedoria é um objetivo para todos,

Porém, há “Espertos” por perto ...

Querem mudar o Universo; perfeito.

Não enxergam, não querem, ...

Mudar ...

A própria perfeição ...

 

Im – per – fei – ta’

 

 

23/ 05/ 95



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 20h04
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Texto

  

Um conjunto de informações

Objetivas ou subjetivas

Talvez!... Texto.

 

Texto...

Com sentido,

Sem sentido de Texto.

 

O sentimento pode ser transcrito,

Mas jamais refletirá

O que o autor deste sentiu

Ao desenvolvê-lo...

 

Criar um texto

No contexto da vida,

Na reflexão do cotidiano é humano.

 

Pena que todos os humanos

Não traduzam seus sentimentos em um texto...

 

Quando escrevo não consigo pensar

Na teoria ou na “métrica”...

Penso na imagem...

Mensagem...

 

Pena que alguns humanos não entendam

O que é uma mensagem...

 

Tudo é um conjunto,

Mas o homem não anda junto;

Um está à frente,

Outro atrás,

Uns por baixo,

Outros no alto – mais e mais...

 

Tudo é perfeição e coerência;

Mas, no conjunto,

Somos incoerentes por ser inerente

A quase insignificância da vida, atribuídas por alguns,

– que deve, acima de todos os

significados teóricos ou teológicos,

ser significante

 

Por fim, tudo é Texto,

No Contexto de nossa História

 

 

Vidal Bezerra da Silva - 12/ 06/ 2003.



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 20h00
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O mundo precisa de semente de solidariedade.

Pois as ervas daninhas da ganância, do egoísmo e da discórdia crescem a cada momento.

 

A solidariedade precisa de Luz, água e ar; para transformar-se em uma floresta rica de amor e paz.

 

 

Atibaia, 06 de novembro de 2000.

 



Escrito por Vidal Bezerra da Silva às 19h58
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